domingo, 27 de maio de 2018

A FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL DE FUTEBOL FEMININO, ENTRE O SPORTING CLUBE DE BRAGA E O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL

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A final da Taça de Portugal de futebol feminino, é uma boa propaganda para a evolução da modalidade em Portugal, que se realiza hoje dia 27 de Maio de 2018, a 15.ª final da Taça de Portugal de Futebol Feminino, que tem a designação de Taça de Portugal Feminino Allianz, por motivos de patrocínio, que é uma competição organizada pela Federação Portuguesa de Futebol. A primeira edição desta prova teve inicia na época de 2003/04, e foi disputada no palco do Estádio Nacional do Jamor, e tiveram como finalistas, a Sociedade União 1.º Dezembro de Sintra e o Sport Marítimo Murtoense, de Murtosa, Aveiro, cujo resultado foi favorável às atletas do 1.º Dezembro por 6-0.
Nas 14 edições já realizadas, destaque para a Sociedade União 1.º Dezembro com 7 títulos;  Clube Futebol Benfica com 2 títulos; e com um título cada uma destas equipas,  Atlético Ouriense-Ourém; Boavista Futebol Clube; Escola Futebol Clube Molelinhos-Tondela; Sport Clube Murtoense-Murtosa; Sporting Clube de Portugal.
O actual detentor do troféu é o Sporting Clube de Portugal, que na edição de 2016/17,. Venceu o Sporting Clube de Braga por 2-1, após prolongamento.
Amanhã, no mesmo palco onde se tem vindo a realizar todas as edições, o cenário será mais uma vez o mítico Estádio Nacional do Jamor, onde irão estar presentes os mesmos protagonistas da época passada, isto é, de novo se vão encontrar o Sporting Clube de Braga e o Sporting Clube de Portugal.
Sendo por tradição a prova Rainha do calendário do futebol nacional, espera-se que o público dos dois emblemas, adira em grande número, e que efectivamente seja a festa do futebol, futebol feminino que aos poucos vai ganhando cada vez mais o seu espaço. Há no futebol feminino boas praticantes e já com algum nível, tanto assim que algumas dessas jogadoras, já chegam a actuar em clubes estrangeiros.
Mesmo estando a dar,  ainda os seus primeiros passos, o futebol feminino tem vindo gradualmente a evoluir e não podemos ignorar todo o trabalho louvável que a Federação Portuguesa de Futebol, que tem vindo a dar no apoio ao futebol feminino.

Mas hoje, é necessário a presença de público, para que todas as jogadoras de ambas as equipas que irão estar presentes na final, sintam o apoio que merecem, para bem do futebol feminino em Portugal. Que haja festa, e que o “fair-play”, dentro do rectângulo de jogo, e fora dele seja, uma marca de exemplo, em especial de desportivismo.

MÁRIO DA SILVA JESUS

Combustíveis fósseis? Não!, obrigado

A posição governamental, face à central atómica de Almaraz (Espanha), não tem sido conduzida intrepidamente pelo ministério do Ambiente…
   Agora, a propósito da prospeção de petróleo em Aljezur, aquele ministério tem uma posição
inaceitável. Devia haver um estudo de impacte ambiental para esta actividade e a sua Agência
Portuguesa do Ambiente (APA) acha que não é necessário(!). O chefe do Governo, adepto da
descarbonização do ambiente e da economia, é conivente com a já avançada prospeção petrolífera. As funções estão invertidas: não é o ministro do Ambiente que manda mas é a APA que tutela - um assunto melindroso e perigoso, para a preservação daquela área. Preocupante! Ainda mais preocupante foi a moratória concedida pelo executivo aos exploradores do petróleo.
   Portugal assinou, e bem, a Convenção para a preservação do clima, em Paris. Aplaudimos António Costa, em se comprometer na descarbonização do nosso país, até 2050. Pelo exposto, há uma contradição flagrante, entre o que se diz e o Governo estar de cócoras, face aos poderosíssimos lóbis da indústria do petróleo, em Aljezur.
   O Governo PS não pode, sob que pretexto for, ficar refém dos interesses da exploração dos
hidrocarbonetos - que rendem milhões de milhões de euros e, pasme-se!, revela a imprensa, que Portugal tem muito pouco a ganhar com o negócio!…
   Nesta fase, combustíveis fósseis? Não!, obrigado.

                                                             Vítor Colaço Santos


Tropas de choque


As figuras da foto são “trumpistas” e a legenda diz tudo: “The Bully Pulpit”, a que eu acrescentaria, “olha-se-lhes para aquelas  “caras de anjo” e está lá tudo”.


O texto desenvolvido a seguir por Brian Bennett, no mais recente número da Time, fala das eleições de meio de mandato, que prometem ser para Trump uma grande dor de cabeça, razão por que já prometeu liderar uma campanha agressiva, com a sua presença duas vezes por semana, nos mais importantes locais do país, no que promete ser um verão quente.

É que o homem tem pavor de perder a maioria, da qual precisa para continuar a fazer tropelias. E para o combate qualquer patife lhe serve, desde que seja fiel trumpista, como aquele juíz do Alabama, Roy Moore, acusado de abuso sexual de menores, mas que nem assim deixou de ser um seu querido...


Amândio G. Martins

Eça

Em breve vou fazer uma visita pelo Chiado, com pessoas amigas, cujo objectivo é falar sobre edifícios que fazem parte da vida ou estão referenciados na obra do Eça de Queizoz (ou Queirós, conforme a preferência de cada uma/a). Ao pesquisar na net, verifico que há muita informação, mas nem toda é verdadeira. Por exemplo, localizei uma informação que refere que Eça viveu no Rossio, no número 25; outra, que viveu no primeiro andar do número 26. A informação correcta, é: Eça viveu no número 26, no quarto andar – portanto, nem no número 25, nem no primeiro andar. Aliás, basta estar de frente para o Café Nicola, e está lá a placa a dizer tudo. (Foi a primeira vez que Eça viveu com os pais, aos 20/21 anos, após concluir o curso de direito, em Coimbra – até aí, viveu (primeiro) com uma ama, em Vila do Conde, e após a morte desta, foi viver com os avós paternos, em Verdemilho, Aveiro, de onde foi para o Colégio da Lapa, no Porto, até concluir o ensino secundário, tendo depois ido estudar direito para Coimbra). Outra informação errada, é de um grupo de alunos de uma escola (11º ano), que escrevem, que após visitarem o edifício onde se localizava o Hotel Central, começaram a subir a Rua do Alecrim, onde se localiza o Hotel Bragança, onde se reuniram “Os Vencidos da Vida”. Acontece que o Hotel Bragança (ou Braganza), onde este Grupo reunia, é outro, que se localiza, não na Rua do Alecrim, mas na Rua Victor Cordon, antes denominada Rua do Ferragial de Cima. O Hotel Bragança, da Rua do Alecrim, faz parte do romance de Saramago “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, onde este (Ricardo Reis) se hospedou no quarto 201, quando no final do ano de 1935, regressou do Brasil.

"Os homens que odeiam as mulheres"

Ontem passou-me pelas mãos este livro da série Millenium. O primeiro de uma trilogia escrita pelo sueco Stieg Larsson, a que se juntaram mais dois, estes já escritos por outro autor, devido a  falecimento do primeiro. O ambiente é de "cortar à faca", obscuro, tenebroso e perturbante psicologicamente. Como aliás também o é nos livros de Camila Eckberg, igualmente sueca (civilizada e simultaneamente macabra, a Suécia?). Como literatura daquele tipo, é boa. E tanto é que foram passados a filme, pelo menos alguns, entre os quais o que dá título a este texto.
Como, talvez por (de)formação profissional, tenho tendência a ligar as coisas para descobrir a história (clínica), fui à Wikipédia que me diz que " o autor escreveu escreveu  muito sobre a violência sexual sobre as mulheres porque assistiu  a um estupro colectivo sobre uma menina de quinze anos e não tomou qualquer atitude para defender". Vale o que vale pois a Wikipédia é de informação variável. No entanto tem lógica (clínica). Lá está Freud e os seus discípulos no tempo, no escritor e nas personagens "ficcionais". O autor do livro não ajudou a moça violada mas a má recordação ficou e iniciou a denúncia em "thriller" de "Os homens que odeiam as mulheres". E estes, por que as odeiam? Não sou psicanalista mas haverá, sempre, alguma razão.

Fernando Cardoso Rodrigues

A 27 DE MAIO DE 1862, NASCIMENTO DE MANUEL TEIXEIRA GOMES



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A 27 de Maio de 1862, nasce, em Vila Nova de Portimão, Manuel Teixeira Gomes, foi o 7º presidente da  Primeira República Portuguesa de 6 de Outubro de 1923 a 11 de Dezembro de 1925. Tem uma biblioteca e uma escola secundária com o seu nome em Portimão.
Faleceu a 18 de Outubro de 1941, em Bugia, Argélia.  

sábado, 26 de maio de 2018

Eutanásia


Em tempos de debate e esclarecimento, peço encarecidamente que me expliquem, a mim e, já agora, ao Dr. Cavaco Silva, que a despenalização da eutanásia, a acontecer, não obrigará ninguém a praticá-la. E mais, que ela só será praticada dentro das mais eficazes normas de segurança e de certeza, no respeito dos mais elevados valores éticos. Talvez com essas explicações se afastem os medos dos que são contra, provavelmente receosos de que lhes tirem a vida pelas costas e por má-fé. Vida essa que, argumentam, “só a Deus pertence”. Portanto, vá de submeter aos seus princípios tudo e todos, mesmo aqueles que não “sentem” Deus, por se crerem ateus. Não parece mesmo que estamos perante a inquisitorial sanha autoritária de submeter os outros às nossas convicções? Expliquem-nos que só estamos a falar de liberdade, não de obrigatoriedade. Ressalva: não preciso dos esclarecimentos acima; já o ex-Presidente da República, não sei.

Baton rouge

                                                  Resultado de imagem para imagens labios 

- Elas primeiro abriram as pernas para chegarem ao estrelato, e agora que se julgam bem seguras abrem a boca dos gemidos, e soltam a denúncia. O homem, que domina a passadeira desejada, e foi capaz de a estender para elas pisarem entre flashs, está a braços com o desfilar das actrizes queixosas e mal agradecidas. Não tão de repente assim. Passaram-se anos, até que resolveram botar a boca no trombone, com os seus lábios treinados no baton rouge. O movimento cresceu e ganhou relevo e impacto internacional. O escândalo hollyoodesco rebentou por cima e por baixo de saias e folhos, que se arrastam pregadas à fama conseguida em diversas posições. Querem justiça agora, muito depois de quererem palco brilhante. Vamos lá entendê-las e àquilo que as rodeia. Luzes, dinheiro, carne e matéria que se escapa de dentro da seda do fio dental. O pobre não entra neste filme. Me too!

Ler as pessoas...

Neste manancial de "casos" políticos e futebolísticos ( sempre de mãos dadas...), vou olhando para as frases, trejeitos e vozes dos  "artistas". A mais comum, que atravessa todas estas histórias é: estou de consciência tranquila. Ainda não abriram a boca e já a gente, premonitoriamente, está a ouvi-la! Depois o trejeito (este mais nos políticos "civilizados"...): aquele ar de enfado com que iniciam a "fuga" à pergunta, começando a caminhar e tentando minimizar o assunto ( quando o fazem, é porque é mesmo importante...). Para o fim guardo um caso unipessoal, o de BrunoCarvalho: a voz. O homem muda mesmo a voz, consoante o que quer dizer! Ouvi-o na última conferência de imprensa, que iniciou com aquela voz cavilosa, de palavras bem timbradas e entrecortadas para, logo de seguida, a suavizar e, mais "aflautadamente" continuar a sua mensagem. Tudo isto é um espanto! Teatral mas bem conseguido.

Fernando Cardoso Rodrigues

"Sem abrigo" para o Governo...


Qualquer Governo deve ser, em princípio, formado pelas melhores cabeças que haja no país e nos partidos, pessoas com provas dadas, com a sua vida organizada pessoal e profissionalmente, com empresas, negócios diversos, altas funções públicas e privadas.

E a forma como vejo a informação tratar cidadãos com funções governativas, porque têm ou tiveram empresas, ou não comunicaram a tempo a quem deviam esses interesses, tudo isto feito a toda a hora, todos os dias, como se tivessem descoberto um crime de lesa Pátria, confesso que me causam urticária.


Amândio G. Martins

A 26 DE MAIO - DIA NACIONAL DOS BOMBEIROS


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Em Portugal, a 26 de Maio de cada ano, comemora-se, desde 1987, o Dia Nacional dos Bombeiros.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

PÚBLICO: novo "episódio"

Já esta semana, o "Cartas ao Director" do PÚBLICO repetiu, em dois dias sucessivos,  a mesma carta ( "Católicos não praticantes"). Nos últimos tempos já é para aí a terceira vez que esta situação se repete. Protestei para a secção, como é meu dever, e nem resposta recebi. Desta vez fi-lo para o email pessoal do director, David Dinis. E voltei a receber... silêncio. Vêem porque faz tanta falta um provedor do leitor? E também porque convém tanto ao jornal não o ter? "Desprezo" ( como sugere o Amândio Martins), eventuais escolhas falseadas e, sem dúvida, incompetência, fazem parte dum "bouquet" que começa a cheirar mal...

Fernando Cardoso Rodrigues

Tardou, mas chegou ao fim...


O escândalo de corrupção cujo processo foi aberto pelo juíz Baltazar Garzon, há já uma porrada de anos, em Espanha, que envolveu o tesoureiro do PP, Luís Bárcenas, e no qual o chefe Mariano passou, até agora,  pelos pingos da chuva, chegou finalmente ao fim.

Tratado na informação espanhola como o “Caso Gurtel”, consistia no favorecimento de privados com grandes somas de dinheiros públicos, dos quais o PP, mimoseado por alguns opositores como um “partido de delinquentes”, embolsou avultadas somas, que o tesoureiro não conseguiu disfarçar.

As condenações são pesadas, com penas que me parecem absurdas, por não poderem ser cumpridas, já que nenhum dos condenados chegará vivo ao fim de 30, 40 e 50 e tal anos de prisão, mas que, de qualquer forma, servem para mostrar a dimensão dos crimes cometidos...


Amândio G. Martins

A 25 DE MAIO DE 1963 -DATA DA FUNDAÇÃO DA OUA







A 25 de Maio de 1963, os chefes de Estado africanos e do Malgaxe, reunidos em Adis Abeba, capital da Etiópia, decidem fundar a OUA - Organização da Unidade Africana, tendo por objectivo «promover a unidade e a solidariedade dos Estados africanos e de Madagáscar; coordenar e intensificar a sua colaboração e esforços para uma vida melhor dos povos africanos; defender a sua soberania e integridade territorial e independência; eliminar de África toda as formas de colonialismo e promover a cooperação internacional».

quinta-feira, 24 de maio de 2018


O mundo em maus lençóis...


Após declarar que os EE UU rompiam o acordo nuclear com o Irão, Trump muda abruptamente de tema. Mike Pompeo, Secretário de Estado, partiu para a Coreia do Norte para, segundo disse, preparar o encontro do seu presidente com o ditador Kim Jong Un.

O jornalista Brian Bennett, em artigo na Time, refere ter ouvido o ex-ministro da Defesa israelista, Ehud Barak, que também já foi primeiro ministro, a quem perguntou se achava que Trump tinha feito a coisa certa, ao que Barak respondeu que o acordo com o Irão não era um bom acordo mas, uma vez assinado, não devia ser quebrado porque, sem regras, o mundo entra num período de incerteza.

Especialistas no controle de armas nucleares afirmam que Trump criou um problema onde não havia problema; um analista político iraniano, Amir Mohebbian ,conservador, diz que o rompimento dá ao Irão legitimidade para reassumir o seu programa nuclear...


Amândio G. Martins