terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Trabalho temporário ou efectivo?

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Todos sabemos que o mundo laboral e sua legislação estão virados do avesso, em que o trabalhador – o elo mais fraco – é cada vez mais uma carta fora do sistema.
Uma empresa não podia recorrer a outra firma prestadora de serviços para colmatar a precisão em ter mais pessoal para as suas necessidades diárias. Só se fosse para fazer face a fases sazonais ou temporárias.
Agora, por sistema, empresas terem pessoal a tempo inteiro diariamente, invocando ser temporário, isso é um atropelo imoral, desumano e fora de qualquer legislação laboral. Só num sistema selvagem isso poderia ser admissível.
Portanto, não façam mais leis contra os trabalhadores, pois estes, neste selvático caminhar, ainda terão de pagar para trabalhar.
Pelo contrário, devia-se estimular os mais jovens - licenciados e cheios de saber - a ficarem na sua pátria, enriquecendo-a no mister comum de elevarem o poder económico do país e de quem nele vive e trabalha.
Viva, pois, o Trabalho, que a todos dê prosperidade, proporcionando mais cultura e paz social.

José Amaral

O que é desenvolvimento?

Hoje estou muito prolixo, mas respeitei os 60 minutos de intervalo entre textos que, um dia, a saudosa Maria do Céu nos pediu... Bom, mas não vou deixar fugir a ideia pois na minha idade quando as coisas se vão, raramente regressam... mesmo com "recuperador da memória"...
E o que me veio ao pensamento foi perguntar-me: o que é um país desenvolvido? Isto após ter ouvido a "Antena Aberta" da Antena 1 de hoje e me ter inscrito nela mas não ter sido chamado à audição. Lembro-me bem de, em 1982, me ter imposto uma atenção diária à vida na então RFA ( República Federal  da Alemanha), aquando duma pós-graduação que por lá fiz. Procurava então a resposta à pergunta que me bailava na cabeça: porque é que "isto" funciona tão bem? E percebi, à minha custa, que era porque o quotidiano se fazia com rigor nas mais pequenas coisas, tais como chegar a um dever ás 8:30 horas e não ás 8:32 e, ao fazer uma pesagem de precisão, não se ficar pelo 0,9999 e sim atingir o 1 grama! E esse rigor permitir que um poste de iluminação deitado abaixo às 3 horas da madrugada, já estava no sítio, com tudo limpo à volta, pelas 7 h da manhã! E ter então entendido que desenvolvimento é o rigor no quotidiano, a tempo inteiro e nas mais pequenas coisas da nossa vida em comum e não uma grande obra para nos "encher o peito" de... ser a maior do mundo!
Ao contrário ( e era isso que o programa da estação de rádio debatia hoje) duma terra de Tondela, das "muitas terras de Tondela" que por aí pululam, em que um "torneio de sueca" é o objectivo, sem que antes passe pela cabeça das pessoas e das autoridades fazerem coisas tão simples, como protestarem, vigiarem, prevenirem, licenciarem etc. Que compete a todos! Depois vem o "pathos" e ou velho orgulho de ser um "português desenrascado" e, com o "optimismo" ( indiferença cultural) de que... "não vai acontecer nada"! Mas acontece...

Fernando Cardoso Rodrigues

Retrato “a la minute” ao SNS

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Ao longo dos tempos de quase quatro décadas da sua existência, forças malévolas mais ou menos encapotadas, lutam denodadamente contra o SNS, o sistema de saúde que teve por fundador o socialista António Arnaut, em que forças marcadamente fascistas, ou que para lá caminham, sempre abominaram a sua nascença.
Por isso mesmo, o boicote – monetário, ideológico e privado – está em permanente ebulição, pelo que temos de estar sempre vigilantes.
O SNS, a maior conquista de Abril, não pode morrer, pois todos nós, contemporâneos da Revolução dos Cravos e demais filhos do mesmo sonho tornado realidade, temos de arranjar o antídoto, que o livre de quem ferreamente o quer liquidar.

José Amaral 

Espera-se que mensagem de Natal da Autoeuropa não seja de circunstância

Através do seu director de produção, a Autoeuropa na sua mensagem de Natal, em dezembro passado, valorizou os bons resultados positivos obtidos no final de 2017, acrescentando que os mesmos são fruto «do trabalho muito bom» feito por «toda a equipa da Autoeuropa».
Face ao reconhecimento da boa prestação laboral dos seus cerca de cinco mil trabalhadores, não deixa de ser incompreensível a dificuldade que a administração tem colocado na satisfação de justas pretensões, na imposição dum horário que provoca descontentamento e que falseou o diálogo sério com os trabalhadores e os seus representantes.
As reivindicações sindicais colocadas à administração para ultrapassar o diferendo existente, são que a adesão a novo horário seja voluntária, quem aderir tenha mais 250 euros por mês, que o sábado seja remunerado como trabalho suplementar, um aumento salarial mínimo de 50 euros a partir de Setembro de 2017, que o salário mínimo na fábrica seja de 770 euros e que as pausas de trabalho passem de 7 para 15 minutos para «prevenir o surgimento de doenças profissionais e contribuir para a melhoria da produtividade».
Se a mensagem de Natal da Autoeuropa não foi de circunstância, é possível a satisfação ou aproximação aos justos anseios dos trabalhadores.

Morreu Madalena Iglésias

Escrevo a quente. Primeiro, como é óbvio, para lamentar a morte de uma pessoa, mas sobretudo para recordar um ídolo da minha adolescência num país fechado em que as "claques" se dividiam entre a agora falecida e Simone de Oliveira e, ainda, entre António Calvário e Artur Garcia. Como tudo se vivia, à falta de coisas maiores! Mas pronto, eu era do "clube" Madalena. Achava que cantava melhor e era linda de morrer! Tempos que não voltam, a não ser pela recordação. E essa traz-me, para além do fechamento do país, o viço da juventude e a linda imagem da senhora que agora desapareceu e... era uma das "nossas"! Beijo para o "caminho", Madalena!

Fernando Cardoso Rodrigues

Canção de embalar!

- Marcelo Rebelo de Sousa, que se construiu metódica e pacientemente Presidente da República, infantiliza o país e o seu povo, que se tornou demasiado previsível o seu comportamento.De tal modo, que alguns de nós, que escapamos às suas beijocas, pieguices e palavras de circunstância, já sabemos hoje, aonde ele vai passar o próximo Carnaval. Seja ele feriado ou não, vai ser a deslocar-se com o biberão na mão e o ombro demagógico e assentador de lamentos, para o local, aonde é notícia uma tragédia, de entre as muitas que nos acompanham e afligem, por dentro de uma máscara de dor mediatizada. Isto, se até lá não sofrer uma recaída. E esta heeem!

APESAR DE TUDO, ESPERANÇA RENOVADA



2017, não deixa saudades. Deixa sim, chagas um pouco por todo o mundo. A Líbia, que depois de deposto o Governo e assassinado Kadafi após os bombardeamentos da França, do Reino Unido e da NATO, continua num caos. A destruição da Síria e a consequente fuga de milhões de refugiados. O Iraque e o Afeganistão, que continuam a lamber as feridas. A situação catastrófica no Iémen, devido à agressão da Arábia Saudita (aliada e principal cliente de armas dos EUA) que inclui um rigoroso bloqueio até à entrada de alimentos e medicamentos. Situação, que a ONU considera o pior desastre humanitário do mundo, onde um surto de cólera, a falta de medicamentos e alimentos e o estado de guerra, já provocaram e continuam a provocar milhares de mortos e milhões de subnutridos. As atrocidades e a limpeza étnica contra a minoria Rohingya no Myanmar. Os assassinatos de líderes sociais na Colômbia por mercenários a soldo de latifundiários e garimpeiros que ensombram os acordos de paz e que o respetivo Governo é acusado de não por cobro. O mandato de Trump que continua a ser um desastre com os exemplos do Médio Oriente onde encheu mais o barril de pólvora ao reconhecer Jerusalém com capital de Israel, a troca de ameaças com Kim Joug- On aumentando o perigo de um conflito nuclear de consequências apocalípticas, o rasgar do acordo nuclear com o Irão.
Como o rol já vai longo, destacamos o que de mais positivo nos deixou o velho ano, cujo rol, infelizmente, é bem mais curto. Em primeiro lugar, a derrota da organização mais fanática e criminosa, pelo menos da Era Moderna, o auto-denominado Estado Islâmico, na Síria, cujo mérito vai para o Exército daquele país,para a Rússia, para o Irão e para os combatentes curdos. Outro exemplo positivo que não tem tido a divulgação que merece, foi a denúncia muito digna e exemplar do obscurantismo medieval, do bárbaro sistema judicial e da forma indigna como a mulher é tratada na Arábia Saudita, feita pela bi campeã do mundo de xadrês Anna Muzychuk ,ao recusar-se, por isso,participar no campeonato do mundo daquela modalidade que ali decorreu.
Finalmente, no plano nacional, excetuando a desgraça dos incêndios, também consideramos positivo a prestação do atual governo do PS, apoiado na AR pelos partidos à sua esquerda, apesar das restrições impostas pelo serviço da dívida que o partido de António Costa persiste em não, pelo menos propor, que seja revisto.
Tinha pensado para título; Ano Novo, Vida Velha, mas alterei. Como se diz por cá, a esperança é a ultima coisa a perder-se. Além disso, apesar dos escolhos e até de passos atrás, a marcha da humanidade é no sentido da justiça, da dignidade e da liberdade, e não da injustiça e do opróbrio.
Passámos do esclavagismo ao feudalismo, deste ao capitalismo, e este, não será o fim da história.
Um ano o melhor possível para todos.
Francisco Ramalho
Corroios, 5 de Janeiro de 2018

Publicado na edição de 9/1/18 do semanário " O Seixalense"


Comportamento exemplar


Rui Rio congratulou-se, no fim da campanha para a liderança do Partido, que não tivessem surgido situações de não retorno, na luta pelo Poder, como tinha acontecido no PS. Na verdade, não me lembro que alguém deste partido tenha ficado irremediavelmente ferido, e se realmente algum terá precisado de “gesso”, depressa o tirou, a começar pelo líder substituído...

De facto, parece-me de realçar o comportamento de António José Seguro, que foi digno no dia em que perdeu para António Costa, inclusivé tendo renunciado ao mandato de deputado para ir tratar da sua vida noutro lado, como tem sido digno até hoje, não se lhe conhecendo publicamente nenhuma palavra de remoque ao sucessor, passada que foi a “refrega”, pelo menos que eu saiba...

E se houve militantes do lado de Seguro que, uma vez ou outra, se pronunciaram de forma menos simpática, a realidade depressa os mandou calar, porque as verdadeiras feridas foram abertas no partido de Rui Rio, que perdeu no Parlamento o “saco de pancada” que Seguro lhes proporcionava, começando aí a escorregar na ladeira que os trouxe aonde estão hoje!



Amândio G. Martins

Seguiu para o Ultramar mais um contingente militar em missão de soberania


O Diário Popular e o Diário de Lisboa, assim como outros jornais do dia 16 de Janeiro de 1964, inserem uma pequena notícia sobre a partida para o Ultramar de mais um contingente militar.
«Do Cais da Rocha, partiu hoje, a bordo do navio da marinha Mercante nacional, mais um numeroso contingente militar que segue em missão de soberania para o nosso Ultramar».
In Diário Popular n.º 7636, de 16-01-1964, 22.º ano de publicação, p. 7
«Com destino ao território ultramarino, partiu, ao meio-dia, num barco da nossa marinha mercante, mais um contingente de tropas, recrutadas em unidades de Lisboa, Abrantes e Estremoz».
In Diário de Lisboa n.º 14758, de 16-01-1964, 43.º ano de publicação, p. 6

A revolta ocorrida em Luanda a 4 de Fevereiro de 1961, com ataques à Casa de Reclusão, ao quartel da PSP e à Emissora Oficial de Angola, é considerada como o início da luta armada levada a cabo por diversos movimentos de libertação contra a administração portuguesa em África. O Estado Novo, liderado por Salazar, considerava as colónias portuguesas em África como territórios portugueses ultramarinos, pelo que, em missão de soberania, iniciou, a 26 de Abril de 1961, o envio, por via marítima, de tropas para combater aqueles movimentos de libertação que apelidava de terroristas. A partida dos primeiros contingentes militares era descrita com grande relevo nas primeiras páginas dos jornais. Porém, aos poucos e poucos, o descontentamento da população portuguesa pela morte de inúmeros soldados em combate e pela estagnação do desenvolvimento do país devido ao desvio de verbas para o esforço de guerra leva a censura prévia governamental a tentar camuflar estas movimentações militares, sugerindo aos diversos periódicos a colocação das informações sobre a partida de novos contingentes em lugares discretos no interior dos jornais, dando-lhes apenas maior relevo quando altas individualidades marcavam a sua presença. É o caso desta notícia, publicada apenas na página sete do Diário Popular e na página seis do Diário de Lisboa. Saliente-se, igualmente, que, por segurança de ordem militar, estas notícias não referenciavam o nome do navio da marinha mercante que iria transportar as tropas portuguesas. Mesmo assim, era frequente, durante o percurso em águas internacionais, a aproximação de vasos de guerra soviéticos, país que apoiava os movimentos de libertação das antigas colónias portuguesas



segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Novamente as siglas

Decididamente as siglas estão na moda. Umas vezes albergando conteúdos antagónicos ( como já o disse, há dias, relativamente ao PSD ), outras, usadas sem identificar a quem ou a que se referem e outras ainda significando várias entidades. Das segundas, a recordação leva-me a um grande director de serviço, já falecido,  que , a toda a hora e pedagogicamente, "puxava as orelhas a quem escrevesse, por exemplo, LA no processo clínico sem que, pelo menos uma vez, antes não identificasse o acrónimo como "leite adaptado". Das últimas cito uma que me baila na cabeça: CES. Já foi "Contribuição Extraordinária de Solidariedade"  (lembram-se dela, no anterior governo?) que azucrinou tantos de nós ao irem ao nosso bolso; simultaneamente era e é "Conselho Económico e Social" e agora a "Consumer Electronic Show", feira de aparelhos electrónicos de consumo em Las Vegas. Ainda por cima as duas primeiras CES buliam comigo e com a APRe! ( Associação de Pensionistas e Reformados) de modos diversos. Enquanto da primeira "fugíamos" como o "diabo da cruz", da segunda tentávamos fazer parte como afirmação e forma da nossa luta contra as iniquidades da justa luta que encetámos.

Fernando Cardoso Rodrigues

Expansão do Metro do Porto

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Soubemos que a expansão do Metro do Porto vai ser uma realidade, iniciando-se a empreitada já em 2019.
Serão duas novas ligações: a Linha Rosa, entre a Casa da Música e S. Bento, no Porto, bem como a extensão da Linha Amarela até Vila D’Este, em Gaia, que agora termina em Santo Ovídio.
O prolongamento da Linha Amarela é fulcral a todos os escalões da mobilidade social, pois ao nível de servir quem diariamente necessita de cuidados de saúde, vai passar a tocar três grandes pólos hospitalares: no Porto, o que já é realidade, o Hospital de São João e o IPO; e, depois, em Gaia, o Centro Hospitalar Gaia/Espinho, no Monte da Virgem.
Existem obras públicas que são uma premente necessidade, enquanto outras são somente para satisfazer o ego de baixas politiquices e gastar-se o que ao Erário faz muita falta, o que não é este o caso.

José Amaral
Optimismo  contagiante


Quando Bill Gates deixou o comando da “sua” Microsoft e anunciou dispensar parte da fortuna para uma fundação filantrópica, juntamente com a mulher, Melinda, os comentários de outros ricos, incapazes de distribuir seja o que for, não foram nada simpáticos, ao ponto de até as crianças da escola que a filha frequentava dizerem à miuda que ia deixar de poder frequentar aquela escola porque o pai ia ficar pobre; contou ele que a filha chegou um dia a casa muito preocupada, querendo saber dos pais se era verdade o que lhe tinham dito, tendo que lhe prometer que não, que ainda ficava muito dinheiro para ela...

Pela primeira vez na sua história de 94 anos, a Time convidou uma personalidade de outras lides para ser o responsável por uma edição, a primeira de 2018, precisamente Bill Gates, que recorreu a vários nomes de reconhecido mérito para levar a cabo a tarefa.

E é consolador ver que todos eles põem em relevo as coisas boas que acontecem, ao contrário do que tem feito escola, que é valorizar tudo quanto é negativo em prejuízo do que corre bem. Dando ao editorial o título “The good news”, escreve Gates:

“Reading the news today does not exactly leave  you feeling optimistic. (…) Your heart breaks for every person who is touched by these tragedies. (…) But these events – as awful as they are – have happened  in the context of a bigger, positive trend. On de whole, the world is getting better.

This is not some naively optimistic view; it´s backed by data. Look at the number of children who die before their  fifty birthday. Since 1990, that figure has been cut in half. That means 122 million children  have been save in a quarter-century.

And that´s just one measure. In 1990, more than a third of the global population lived in extreme poverty; today only about a tenth do. A century ago it was legal to be gay in about 20 countries; today, it´s legal in over 100 countries. Women are gaining political power and now make up more than a fifth of members of national parliaments- and the world is finaly starting to listen  when women speak up about sexual assault”.

Bom, todo o artigo está repleto de números que mostram termos evoluído muito, apesar de haver ainda muita coisa preocupante, razão pela qual Bill Gates, no seu papel de “Guest Editor”, diz que “The future is bright”! Que Deus o ouça...


Amândio G. Martins



E o Real Madrid, campeão da Europa e do Mundo de Clubes volta a perder...

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O Real de Madrid, do CR7, o mais famoso futebolista do mundo (?) da actualidade, de seu nome Cristiano Ronaldo, perdeu esta tarde de sábado, dia 13 de Janeiro, no seu próprio Estádio Santiago Bernabéu, frente ao Villarreal por 0-1, numa partida a contar para a 19.ª jornada da liga espanhola.
Com mais esta derrota do actual campeão do Mundo de clubes, que nem com o quíntuplo bota de ouro, chamado Cristiano Ronaldo, e mais 10 outros jogadores, dizem os críticos, os melhores que um clube como o Real de Madrid podia ter no seu “rico” e vasto plantel, não foram capazes de fazerem o milagre, como em épocas anteriores de darem a volta ao resultado, o que tem vindo a acontecer, de jornada após jornada em que se estão a afundar cada vez mais. Onde está o CR7 de outras épocas e que ultimamente está a provar que não está no seu melhor momento de forma e assim toda a equipa parece sentir tais efeitos, como em épocas anteriores que eram capazes de darem a volta ao resultado. E, com este desaire caseiro deixa assim o Real de Madrid, a 16 pontos do líder o Barcelona.
E, assim com mais esta derrota e logo na sua própria casa frente ao 5.ª classificado, e a um ponto do Real Madrid, o Villarreal, cada vez se torna mais difícil senão impossível o CR7 se sagrar campeão da liga de Espanha, pelo menos na presente época.

(Texto-opinião, publicado na edição Nrº. 46518 do Diário de Notícias da
  Madeira de 15 de Janeiro de 2018)

MÁRIO DA SILVA JESUS

TINA prá-frente


Há por aí alguns articulistas que dizem não saber o que é a “treta da “matriz social-democrata”” que o PSD devia ter. Um deles é João Miguel Tavares (ver seu artigo no Público de 13 de Janeiro). Vamos ajudá-lo? Se calhar, não precisa, já que sabe tanto e tantas coisas. Porém, “aquilo” escapa-lhe, mas sabe, por exemplo, que Rio ou Santana (na altura em que escreveu, agora já é só Rio) “vão ser a cada momento aquilo que a economia lhes permitir”. Descontado o optimismo de JMT, ao entrever a possibilidade de algum deles vir a ser primeiro-ministro - do que, sinceramente, duvido, embora não seja impossível - o que ele deixa dito em definitivo é que as ideologias não importam, que “a conversa das divergências ideológicas é pura treta”. Tudo se resume ao “poder” da economia. Nada de novo, afinal. JMT agarra-se à TINA (There Is No Alternative) quando já todos percebemos que há, de facto, alternativas. Mas, para elas aparecerem, é necessário que se tomem escolhas, e é natural que, a JMT, pareça que algumas delas são inconvenientes. Por isso, TINA prá-frente.

A 15 de Janeiro de 1622, nasce Molière

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A 15 de Janeiro de 1622, nasce, em Paris. o comediógrafo francês Jean-Baptiste Poquelin, mais conhecido como Molière.  Foi um dramaturgo francês, além de actor e encenador, considerado um dos mestres da comédia satírica. Entre a sua vasta obra teatral destaco Le Malade Imaginaire.
Faleceu a 17 de Fevereiro de 1873, em Paris.

Fonte: Documentação digitalizada sobre Molière disponibilizada pela Bibliothèque Nationale de France.