sábado, 20 de agosto de 2016

A sociedade de consumo

A sociedade de consumo atingiu o apogeu da sua sanha devoradora, penso eu.
Assim, na vertente meramente humanística, o ser humano está a ser tratado, grosso modo, como um consumível.
É um número, em que muitas das vezes, esse número, é sempre um zero à esquerda. Não vale nada, quase considerado um ser inanimado.
Se consegue viver, sobrevivendo neste seu inferno terreno, a sua caminhada é uma verdadeira via-sacra da sofredora condição humana.
Então, como reverter este caos vivencial?
É, por exemplo – ouvido no decorrer de séculos –, não desejar e fazer a outrem aquilo que para si não deseja.
É não desperdiçar – esbanjando – tudo aquilo que faz falta ao seu semelhante.
É escutar o dobro daquilo que fala, pois uma palavra mal dita não tem remédio para que seja evitada.
É ser-se humilde qb, pois um dia será exaltado, mesmo que pense que nada de bem fez. Mas fez.
É usar com parcimónia todos os bens terrenos postos à sua disposição, uma vez que os outros também necessitam deles.
Portanto, aqui deixo algumas dicas para que todos usem bem a sua cidadania numa sustentada harmonia local, e que se expanda a nível global: a casa de todos em todas as casas.
Portanto, fique bem, que eu bem fico, comigo e consigo.

José Amaral


1 comentário:

Caro(a) leitor(a), o seu comentário é sempre muito bem-vindo, desde que o faça sem recorrer a insultos e/ou a ameaças. Não diga aos outros o que não gostaria que lhe dissessem. Faça comentários construtivos e merecedores de publicação. E não se esconda atrás do anonimato. Obrigado.

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.